Vanessa, pintora de azulejos de papel

Há quem pinte com palavras e veja o mundo em fractais azulados. Vanessa da Paz veio de Florianopolis, a ilha mágica do Estado de Santa Catarina, no Brasil. Chegou ao Coletivo Bandido, em Oeiras, seguindo o fio do acaso. A contemplação, as cores garridas e a deambulação ocupam os seus dias. À noite, no atelier oeirense, fixa em azulejos de papel cenas vividas entre Alfama, o Chiado, as praias em torno e por onde a leve a arte.

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A cantiga da Ribeirinha

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Poesia: palavra em voz alta desde sempre, milénios antes das calendas da rádio. Aqui se diz um dos mais antigos poemas das raízes da língua portuguesa, ainda com sotaque galaico-português. De Paio Soares de Taveirós, por Ana Sofia Paiva (voz) e Marco Oliveira (música).