Vanessa, pintora de azulejos de papel

Há quem pinte com palavras e veja o mundo em fractais azulados. Vanessa da Paz veio de Florianopolis, a ilha mágica do Estado de Santa Catarina, no Brasil. Chegou ao Coletivo Bandido, em Oeiras, seguindo o fio do acaso. A contemplação, as cores garridas e a deambulação ocupam os seus dias. À noite, no atelier oeirense, fixa em azulejos de papel cenas vividas entre Alfama, o Chiado, as praias em torno e por onde a leve a arte.

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Viagem pela frequência modulada à procura de poesia, com escala em Marconi, Bertolt Brecht, Johnnie Walker, Eugenio Finardi, Ramón Gómez de la Serna, uma antena guineense, outra brasileira e ainda a francófona arteradio.com, pioneira da era dos podcasts. Peça de André Cunha, Laura Romero e Oriana Alves. Participação especial de Fernando Alves, com versos de “As canções”, de Gonçalo M. Tavares.