Vanessa, pintora de azulejos de papel

Há quem pinte com palavras e veja o mundo em fractais azulados. Vanessa da Paz veio de Florianopolis, a ilha mágica do Estado de Santa Catarina, no Brasil. Chegou ao Coletivo Bandido, em Oeiras, seguindo o fio do acaso. A contemplação, as cores garridas e a deambulação ocupam os seus dias. À noite, no atelier oeirense, fixa em azulejos de papel cenas vividas entre Alfama, o Chiado, as praias em torno e por onde a leve a arte.

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A trovoada é um fenómeno imponente e imprevisível. Quando se arma uma trovoada, o céu ilumina-se, ouve-se um estrondo, parece que alguma coisa nos vai cair em cima. A trovoada fascina e dá medo. Provoca emoções e a elas se compara. Pode passar bonita e ser só espectáculo, ou deixar atrás um rasto de destruição.

No imaginário humano a trovoada é muito mais do que uma simples situação meteorológica: é os céus que estão irados, é um castigo merecido, um feitiço maldoso ou nuvens malcriadas a passar. Há quem seja atingido e não sobreviva, há quem fique só tonto e se levante para logo voltar à rotina normal.

“A Trovoada” é um documentário sonoro que explora as várias facetas deste fenómeno natural, desde a ciência à cultura popular; e que conta histórias, antigas e recentes, de trovoadas que deixaram marcas irreparáveis em pessoas e lugares.

Este documentário foi nomeado para o 25. Prix Marulić, um prestigiado prémio e festival europeu que todos os anos liga a rádio e a literatura, na ilha croata de Hvar.

 

Com a participação de: Ana Dias Neves, Armando Silva, José Rocha, Alexandra Vieira, Maria Bernarda Gomes, Maria da Conceição Lopes, Arminda Amaral, Luís Guerra, João Godinho, Maria Augusta Costa, Irene Lopes, Bruno Gonçalves, Joana Gama e Maria de Fátima Afonso.

 

 

À memória de Arminda Amaral e Maria da Conceição Lopes.

Realização e narração
Sofia Saldanha
Música
Trovoada de João Godinho, interpretada ao piano por Joana Gama, e composta originalmente para o espectáculo de dança Trovoada de Luís Guerra.
Parcerias
Rádio Antena 2
gnration