Vanessa, pintora de azulejos de papel

Há quem pinte com palavras e veja o mundo em fractais azulados. Vanessa da Paz veio de Florianopolis, a ilha mágica do Estado de Santa Catarina, no Brasil. Chegou ao Coletivo Bandido, em Oeiras, seguindo o fio do acaso. A contemplação, as cores garridas e a deambulação ocupam os seus dias. À noite, no atelier oeirense, fixa em azulejos de papel cenas vividas entre Alfama, o Chiado, as praias em torno e por onde a leve a arte.

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A Casa e o Mundo

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Maria do Rosário Pedreira regressa, em Abril de 2022, à “aventura amorosa” de publicar um livro, voltando a cumprir o desafio do também poeta António Osório, um dos primeiros a sentir-lhe o estremecimento das palavras. Palavras que são partilhadas nesta Conversa na Paisagem com Luís Caetano, enquanto “O Meu Corpo Humano” estava entre as rotativas e as nossas mãos.

 

Uma década depois da sua última “Poesia Reunida”, há novos versos desta mulher cuja vida é marcada, de tantas maneiras, pelos livros. Eles são uma forma de ela tirar de dentro de si coisas que lhe fazem mal, porque o corpo é frágil e vulnerável perante o horror do mundo. Salva-nos o outro, a compaixão e o espectáculo da beleza. Com o microfone na paisagem, em quatro pontos cardeais da vida de Maria do Rosário Pedreira, ao livro que é corpo, junta-se a voz que é espírito. Crítico, pois claro.

 

 

 

 

 

 

AUTORIA
Luís Caetano
EDIÇÃO E MONTAGEM
Luís Caetano
MASTERIZAÇÃO
Sérgio Milhano, PontoZurca