Farsa de Inês Pereira

Porquanto duvidavam certos homens de bom saber se Gil Vicente (1465 – 1536) fazia de si mesmo as suas obras ou se furtava de outros, lhe deram como mote sobre que escrevesse o provérbio que diz: “mais quero asno que me leve, que cavalo que me derrube”. Assim nasceu a Farsa de Inês Pereira, representada ao mui alto e mui poderoso rei D. João, o terceiro do nome em Portugal, no seu Convento de Tomar, no ano do Senhor de MDXXIII.

 

Com a adaptação realizada por Eduardo Street para o programa “Teatro Imaginário” da Antena 2 (2002), nas interpretações de Teresa Sobral, Fernanda Montemor, Vera Azevedo, Rui Luís, Jorge de Sousa Costa e Carlos Vieira Almeida, celebramos hoje o Dia Mundial do Teatro.

 

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Isto do Entrudo é um tempo vário

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Rafael Correia lança-se à estrada para encontrar o Entrudo no Alentejo. Na Amareleja cruza-se com o poeta popular António José Costa Figueira, mais conhecido por “Francês”, que faz uma pausa nas obras de um antigo palácio para recitar rimas cantadas no Carnaval em companha do cordeon, por conta de uns tostões e umas cervejas. O fundamento nesse ano de 1994 há-de ser a guerra nas ex-colónias, mas os motes mais habituais versam as lentas andanças do município.
Seguindo para Portalegre, o autor do programa “Lugar ao Sul” (Antena 1) encontra Fernanda Braga e Manuel Braga, um casal que recolhe e canta Saias e outras modas ao despique, porque “cantar arremeda” e o Entrudo é o momento de brincar e fazer bailhar as saias.

 

 

 

 

data de publicação
20.02.2023
data de publicação original
01.02.1994
autoria e realização
Rafael Correia
arquivo
RTP
agradecimentos
Antena 2

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