Vanessa, pintora de azulejos de papel

Há quem pinte com palavras e veja o mundo em fractais azulados. Vanessa da Paz veio de Florianopolis, a ilha mágica do Estado de Santa Catarina, no Brasil. Chegou ao Coletivo Bandido, em Oeiras, seguindo o fio do acaso. A contemplação, as cores garridas e a deambulação ocupam os seus dias. À noite, no atelier oeirense, fixa em azulejos de papel cenas vividas entre Alfama, o Chiado, as praias em torno e por onde a leve a arte.

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Daniel Jonas [compacto]

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O septeto escolhido prende-se com duas razões decisivas: a sua audibilidade e a sua pertença a um contexto específico e unificado, o meu mais recente livro “Cães de Chuva”. Na verdade, procuro sempre dar uma mostra do meu trabalho mais actualizado, de facto tendo mesmo a escolher trabalhos inéditos, talvez em virtude de um certo afã por uma dimensão de modernidade, como se a mais modernidade correspondesse mais autenticidade estética e pessoal. O facto é que o critério principal continuou a ser o primeiro: crer que a sua audibilidade corresponde à sua legibilidade e, nesse sentido, proporcionar ao ouvinte uma mais imediata apreensão daquilo que interpreta ouvindo, não obstante o forte pendor visual que, creio, o conjunto encerra.

 

DJ

GRAVAÇÃO E EDIÇÃO ÁUDIO
Oriana Alves
MASTERIZAÇÃO
Sérgio Milhano, PontoZurca