Vanessa, pintora de azulejos de papel

Há quem pinte com palavras e veja o mundo em fractais azulados. Vanessa da Paz veio de Florianopolis, a ilha mágica do Estado de Santa Catarina, no Brasil. Chegou ao Coletivo Bandido, em Oeiras, seguindo o fio do acaso. A contemplação, as cores garridas e a deambulação ocupam os seus dias. À noite, no atelier oeirense, fixa em azulejos de papel cenas vividas entre Alfama, o Chiado, as praias em torno e por onde a leve a arte.

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O radiolivro de Cesário – 5.º episódio

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Neste episódio do Radiolivro de Cesário damos a escutar os poemas Frígida, Ironias do desgosto e Desastre, publicados em jornais em 1875 e 1876.

 

Este é o 5.º capítulo do primeiro radiolivro da poesia.fm, que dedicamos à obra de Cesário Verde (1855-1886), publicada postumamente pelo seu amigo Silva Pinto n’O Livro de Cesário Verde. Criador de uma linguagem concreta e realista, o poeta foi descrito por Pessoa como um “relâmpago” na paisagem literária portuguesa de então.

A leitura dos poemas, por Guilherme Gomes, corre sobre paisagens sonoras de lugares onde Cesário Verde viveu, de Lisboa a Linda-a-Pastora (Oeiras). Começando a 25 de Fevereiro, dia do aniversário do poeta, e ao longo de dez semanas, todas as sextas-feiras publicamos um novo episódio.

 

EDIÇÃO áudio E SONOPLASTIA
Oriana Alves
GRAVAÇÃO E MASTERIZAÇÃO
Sérgio Milhano, Pedro Baptista
PontoZurca

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