Vanessa, pintora de azulejos de papel

Há quem pinte com palavras e veja o mundo em fractais azulados. Vanessa da Paz veio de Florianopolis, a ilha mágica do Estado de Santa Catarina, no Brasil. Chegou ao Coletivo Bandido, em Oeiras, seguindo o fio do acaso. A contemplação, as cores garridas e a deambulação ocupam os seus dias. À noite, no atelier oeirense, fixa em azulejos de papel cenas vividas entre Alfama, o Chiado, as praias em torno e por onde a leve a arte.

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Diana V. Almeida [compacto]

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Face à grata surpresa deste convite, decidi dar voz a alguns poemas do meu primeiro livro, Cosmos e casas (Urutau, 2021), que, nascido entre máscaras e medo, nem teve direito a lançamento ainda. Acrescentei “Rir na rebentação”, um texto que me toca em particular por ter sido escrito no litoral alentejano, zona de paisagem protegida recentemente cedida à rapina neoliberal. Quis oferecer um show case de certos temas que repito — o (des)encontro erótico e amoroso; a busca do sagrado num mundo reificado; o percurso da criação poética; o diálogo com a literatura; o corpo como casa.

 

Diana V. Almeida

GRAVAÇÃO E EDIÇÃO ÁUDIO
Oriana Alves
MASTERIZAÇÃO
PontoZurca