Vanessa, pintora de azulejos de papel

Há quem pinte com palavras e veja o mundo em fractais azulados. Vanessa da Paz veio de Florianopolis, a ilha mágica do Estado de Santa Catarina, no Brasil. Chegou ao Coletivo Bandido, em Oeiras, seguindo o fio do acaso. A contemplação, as cores garridas e a deambulação ocupam os seus dias. À noite, no atelier oeirense, fixa em azulejos de papel cenas vividas entre Alfama, o Chiado, as praias em torno e por onde a leve a arte.

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Peça de homenagem a Salette Tavares, no centenário da poeta nascida a 31 de Março de 1922. Uma criação inédita da PuLso – nova poemúsica portuguesa, a partir do poema homónimo da poeta e pensadora do movimento experimental em Portugal.

 

Constituída por José Valente (viola d’arco, composição musical) e Marta Bernardes (voz), a PuLso pretende inaugurar um diálogo aberto onde a música não acompanha o poema e onde o poema não se exclui da sua musicalidade natural; onde a palavra esclarece a pulsação e o intervalo musical realça uma metáfora; onde a voz de Marta Bernardes ultrapassa a função de “diseur” e transcende as rotinas da canção, misturando-se com a rebeldia eclética da viola d’arco de José Valente.

 

 

Autoria
PuLso - nova poemúsica portuguesa: José Valente (viola d'arco, composição musical) e Marta Bernardes (voz).
Salette Tavares (poema)
Gravação, mistura e masterização
José Valente
Produção
poesia.fm
Primeira emissão
31 de Março de 2022
poesia.fm
Agradecimentos
Rui Torres