Vanessa, pintora de azulejos de papel

Há quem pinte com palavras e veja o mundo em fractais azulados. Vanessa da Paz veio de Florianopolis, a ilha mágica do Estado de Santa Catarina, no Brasil. Chegou ao Coletivo Bandido, em Oeiras, seguindo o fio do acaso. A contemplação, as cores garridas e a deambulação ocupam os seus dias. À noite, no atelier oeirense, fixa em azulejos de papel cenas vividas entre Alfama, o Chiado, as praias em torno e por onde a leve a arte.

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João Luís Barreto Guimarães [compacto]

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A poesia que mais me interessa como autor é aquela que parte do real quotidiano para a linguagem. Como leitor estou, naturalmente, receptivo a tudo o que, de qualidade, possa deitar a mão. Mas como autor interessa-me reaprender a olhar, destapar aquilo que o hábito tapou. É verdade que isso cria uma exigência de novidade que requer surpresa e originalidade. É essa visão do Mundo que procuro. Ainda que em coisas que nos estão próximas. Espero que nesta amostra de poemas isso seja perceptível.

 

João Luís Barreto Guimarães

gravação e edição áudio
Oriana Alves
masterização
PontoZurca