Vanessa, pintora de azulejos de papel

Há quem pinte com palavras e veja o mundo em fractais azulados. Vanessa da Paz veio de Florianopolis, a ilha mágica do Estado de Santa Catarina, no Brasil. Chegou ao Coletivo Bandido, em Oeiras, seguindo o fio do acaso. A contemplação, as cores garridas e a deambulação ocupam os seus dias. À noite, no atelier oeirense, fixa em azulejos de papel cenas vividas entre Alfama, o Chiado, as praias em torno e por onde a leve a arte.

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Margarida Vale de Gato [compacto]

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Os poemas escolhidos são recentes, mas relacionam-se com temas que há já tempo me ocupam: o intervalo entre a escrita autoral e a tradução (de um livro em preparos, entre a sebenta académica e a antologia poética, Os Restos não Reclamados: Manual Lírico da Tradução), a poesia como gesto de lançamento ao mistério por via dos sentidos, às vezes traiçoeiros (da última coletânea, Atirar para o Torto). Estende-se a (dis)simulação ao vaivém entre a pessoa deste instante e os outros e o mundo que nos posiciona, o íntimo e o que participa de vários círculos. E a explosão do concêntrico na ondulação de sucessivas vagas, a guerra na margem e o amor por rumo, anunciando um novo título: Mulher ao Mar e Corsárias.

 

Margarida Vale de Gato

GRAVAÇÃO E EDIÇÃO ÁUDIO
Oriana Alves
masterização
PontoZurca