Vanessa, pintora de azulejos de papel

Há quem pinte com palavras e veja o mundo em fractais azulados. Vanessa da Paz veio de Florianopolis, a ilha mágica do Estado de Santa Catarina, no Brasil. Chegou ao Coletivo Bandido, em Oeiras, seguindo o fio do acaso. A contemplação, as cores garridas e a deambulação ocupam os seus dias. À noite, no atelier oeirense, fixa em azulejos de papel cenas vividas entre Alfama, o Chiado, as praias em torno e por onde a leve a arte.

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Regina Guimarães [compacto]

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Os poemas que escolhi ler em voz alta – espero que não demasiado mal – constituem a quase íntegra dum livro, quase patafísico, que fabriquei em parceria com o Ricardo Castro e a Douda Correria editou. Chegou a pandemia e o livro, que se chama TRAUMATÓRIO, ficou tão confinado que se tornou confidencial. Nem lançado, nem distribuído, é quase um puro Traum. A presente iniciativa abarca quase dois terços do objecto em questão. É como se o livro quase renascesse neste fragmento de berço e barco.

 

Regina Guimarães

gravação e edição áudio
Oriana Alves
masterização
PontoZurca